Esta é uma propaganda criada para a famosa marca "Louis Vuitton" e o texto diz mais ou menos assim:
O que é uma jornada? Uma jornada não é uma viagem. Não são férias. É um processo. É um descobrimento. É um processo de auto-descobrimento. Uma jornada nos deixa cara-a-cara com nós mesmos. Uma jornada não apenas nos mostra o mundo, mas como nos posicionamos nele. Uma pessoa cria uma jornada ou a jornada cria uma pessoa? A jornada é a própria vida. Onde a vida o levará?
sábado, 10 de maio de 2008
sexta-feira, 9 de maio de 2008
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Bahia tem o único dólmen brasileiro

Pedra da Santana (Foto: Thiago Marcel/VC no G1)
A Pedra da Santana é um ponto singular do município de Paramirim (BA). Fica no povoado da Santana, a uns 15 km da cidade. A pedra é o único dólmen brasileiro que se tenha registro e talvez o único em toda a América do Sul. Dizem que, além daqui, nesse formato, só exista mais um no mundo, que fica na Itália.

Dólmen (Foto: Thiago Marcel/VC no G1)
Os dólmens são monumentos megalíticos tumulares coletivos (datados desde o fim do V milênio a.C. até ao fim do III milênio a.C., na Europa, e até ao I milénio, no Extremo Oriente). O nome deriva do Bretão dol = mesa e men = pedra.
Os dólmens são constituídos por uma câmara formada por uma grande laje pousada sobre pedras verticais que a sustentam. Vale a pena vir conferir de perto essa maravilha.

Pedra curiosa fica na Chamada Diamantina (BA) (Foto: Thiago Marcel/VC no G1)
Fonte:G1.Globo.com
Muito legal o texto do Eduardo.
Aproveito para chamar a atenção para uma conincidência engraçada:
a "Tocha Olímpica" chegou hoje, justo no dia de aniversário de 30
anos sem O2 no cume também...
http://www.altamontanha.com/news/16/news/news_item.asp?NewsID=232&title=Tocha_ol%EDmpica_%E9_acesa_no_topo_do_Everest
Sobre os livros que você comenta, tenho o all 14 8000ers, e é
alucinante, fotos incríveis. Dou o toque que os textos deste livro.
tem traduzido para o português aqui:
http://www.hangon.com.br/index.php?caminho=/artigos/all8000
Buenas
ToNTo
_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_
.: Maurício Clauzet :.
blog: tontohangon.blogspot.com
site: MauricioClauzet.pro.br
.: escalada + montanha + filme + foto :.
Aproveito para chamar a atenção para uma conincidência engraçada:
a "Tocha Olímpica" chegou hoje, justo no dia de aniversário de 30
anos sem O2 no cume também...
http://www.altamontanha.com/news/16/news/news_item.asp?NewsID=232&title=Tocha_ol%EDmpica_%E9_acesa_no_topo_do_Everest
Sobre os livros que você comenta, tenho o all 14 8000ers, e é
alucinante, fotos incríveis. Dou o toque que os textos deste livro.
tem traduzido para o português aqui:
http://www.hangon.com.br/index.php?caminho=/artigos/all8000
Buenas
ToNTo
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.: Maurício Clauzet :.
blog: tontohangon.blogspot.com
site: MauricioClauzet.pro.br
.: escalada + montanha + filme + foto :.
Para muitos escaladores, o que interessa é o cume
Para outros, ditos como os verdadeiros, é a forma como se chega ao cume, que interessa - grau de dificuldade das vias escolhidas, equipamentos (cordas pré-instaladas...), utilização de porteadores e, o mais polêmico, a utilização ou não de oxigênio suplementar.
No dia de hoje, 8 de maio, o tirolês Reinhold Messner e seu velho parceiro austríaco Peter Habeler completam 30 anos da primeira (1978) ascensão ao cume do Everest sem a utilização de oxigênio suplementar - para os verdadeiros escaladores de alta montanha, a PRIMEIRA ascensão ao cume da maior montanha do planeta, o Monte Everest. Utilizaram a rota normal: a sul, então utilizada por Sir. Edmund Hillary e seu companheiro sherpa Tenzing Norgay em 1953.
A conquista foi contestada pelos sherpas locais, inclusive requerendo a abertura de um inquérito pela Federação de Montanhistas do Tibet (a mesma que, com apoio do governo chinês e conivência do governo Nepalês fechou as vias de escalada do Everest até essa infame Tocha Olímpica chegar ao seu cume), porque alegavam ser impossível essa proeza. O resultado: arquivamento. Messner e Habeler não são (nem eram) montanhistas de primeira escalada: deixaram no cume uma pequena parte da corda que traziam e uma bateria da câmera que utilizaram para filmar a ascensão amarrados ao "tripé de sobrevivência" deixado pela expedição chinesa de 1975 (tinha de serem eles a poluírem o cume).
A fim de encerrar a polêmica e trazer outra, dois anos depois Messner sobe ao cume; novamente sem oxigênio suplementar e desta feita sozinho. Pra melhorar, utilizou a famigerada rota Norte com um desvio pelo crista Nordeste, entrando abaixo, a fim de evitar o Primeiro e Segundo Escalões (First e Second Steps). Todavia, por um trecho longo com muita probabilidade de avalanche, até encontrar o Contra-forte Norte e seguir direto ao cume. Assim registrou seu nome no panteão do montanhismo mundial, bem como demonstrou até onde a obsessão por um objetivo, com o auxílio de uma mente bem preparada, pode levar o homem.
Dizem que sua ambição levou muitos outros a morte, pois lançou parâmetros até então inexistentes no montanhismo mundial. Mas essa polêmica deve se encerrar por si: em alta montanha cada um sabe o que vai encontrar; ou melhor, não sabe o que vai encontrar... isso é o que se sabe. Portanto, cada um tem de saber o seu limite, sob pena de pagar com a vida.
Suas aventuras estão registradas em várias obras. Mas existem duas especiais que compilam suas epopéias em alta montanha. Nenhuma delas publicadas no Brasil nem em português, mas não podem faltar na biblioteca de montanha. São "The Crystal Horizon - Everest, The First Solo Ascent" e "Reinhold Messner - All Fourteen 8.000ers". Ambas escritas pelo próprio Messner e editadas pela The Mountaineers Books.
A primeira obra é um tratado da história da conquista do Everest, bem como dos povos que o cerca. Imprescindível... A segunda relata, resumidamente e com muitas fotos, todos os 14 picos com mais de 8.000m atingidos por Messner - o primeiro montanhista a atingir tamanha façanha - iniciada pelo Nanga parbat em 1970 e encerrada no Lhotse em 1986.
Nem Messner nem Habeler vindicaram o título de "verdadeira conquista do Everest", mas no fundo, quem tem alma de montanha, sabe o que digo.
Não deixem de procurar estes livros (amazon.com), a importação não é taxada e história é cultura. Isso não tem preço.
Boas escaladas a todos.
Eduardo Fontoura Filho para a lista da HANGON
(obs. a cópia e utilização do texto sem fins lucrativos está autorizada, desde que sejam lançados os créditos e a fonte.)
No dia de hoje, 8 de maio, o tirolês Reinhold Messner e seu velho parceiro austríaco Peter Habeler completam 30 anos da primeira (1978) ascensão ao cume do Everest sem a utilização de oxigênio suplementar - para os verdadeiros escaladores de alta montanha, a PRIMEIRA ascensão ao cume da maior montanha do planeta, o Monte Everest. Utilizaram a rota normal: a sul, então utilizada por Sir. Edmund Hillary e seu companheiro sherpa Tenzing Norgay em 1953.
A conquista foi contestada pelos sherpas locais, inclusive requerendo a abertura de um inquérito pela Federação de Montanhistas do Tibet (a mesma que, com apoio do governo chinês e conivência do governo Nepalês fechou as vias de escalada do Everest até essa infame Tocha Olímpica chegar ao seu cume), porque alegavam ser impossível essa proeza. O resultado: arquivamento. Messner e Habeler não são (nem eram) montanhistas de primeira escalada: deixaram no cume uma pequena parte da corda que traziam e uma bateria da câmera que utilizaram para filmar a ascensão amarrados ao "tripé de sobrevivência" deixado pela expedição chinesa de 1975 (tinha de serem eles a poluírem o cume).
A fim de encerrar a polêmica e trazer outra, dois anos depois Messner sobe ao cume; novamente sem oxigênio suplementar e desta feita sozinho. Pra melhorar, utilizou a famigerada rota Norte com um desvio pelo crista Nordeste, entrando abaixo, a fim de evitar o Primeiro e Segundo Escalões (First e Second Steps). Todavia, por um trecho longo com muita probabilidade de avalanche, até encontrar o Contra-forte Norte e seguir direto ao cume. Assim registrou seu nome no panteão do montanhismo mundial, bem como demonstrou até onde a obsessão por um objetivo, com o auxílio de uma mente bem preparada, pode levar o homem.
Dizem que sua ambição levou muitos outros a morte, pois lançou parâmetros até então inexistentes no montanhismo mundial. Mas essa polêmica deve se encerrar por si: em alta montanha cada um sabe o que vai encontrar; ou melhor, não sabe o que vai encontrar... isso é o que se sabe. Portanto, cada um tem de saber o seu limite, sob pena de pagar com a vida.
Suas aventuras estão registradas em várias obras. Mas existem duas especiais que compilam suas epopéias em alta montanha. Nenhuma delas publicadas no Brasil nem em português, mas não podem faltar na biblioteca de montanha. São "The Crystal Horizon - Everest, The First Solo Ascent" e "Reinhold Messner - All Fourteen 8.000ers". Ambas escritas pelo próprio Messner e editadas pela The Mountaineers Books.
A primeira obra é um tratado da história da conquista do Everest, bem como dos povos que o cerca. Imprescindível... A segunda relata, resumidamente e com muitas fotos, todos os 14 picos com mais de 8.000m atingidos por Messner - o primeiro montanhista a atingir tamanha façanha - iniciada pelo Nanga parbat em 1970 e encerrada no Lhotse em 1986.
Nem Messner nem Habeler vindicaram o título de "verdadeira conquista do Everest", mas no fundo, quem tem alma de montanha, sabe o que digo.
Não deixem de procurar estes livros (amazon.com), a importação não é taxada e história é cultura. Isso não tem preço.
Boas escaladas a todos.
Eduardo Fontoura Filho para a lista da HANGON
(obs. a cópia e utilização do texto sem fins lucrativos está autorizada, desde que sejam lançados os créditos e a fonte.)
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Inscrições Abertas - Mostra Internacional de Filmes de Montanha

Cineastas e esportistas de todo país se preparem para o grande festival de filmes de montanha do Brasil!
Os diretores da 8ª edição do Mostra Internacional de Filmes de Montanha,informam que as inscrições para os filmes de curta e média-metragem estão abertas até o dia 29 de agosto em nosso site, através do link Mostra Competitiva.
Este ano o evento será realizado em 5 dias, de 22 a 26 de outubro, com a inclusão de sessões gratuitas para jovens da rede pública, escoteiros e bandeirantes; oficinas de fotografia e cinema e palestras com esportistas ,consagrados. Além da já aguardada exposição fotográfica e do tradicional lançamento de livro.
Considerada uma grande confraternização de várias tribos dos esportes de montanha, o evento também começa a ser reconhecido cada vez mais no cenário cultural da cidade do Rio de Janeiro, onde diretores, esportistas,protagonistas, fotógrafos,escritores, produtores e apreciadores da sétima arte buscam seu lugar em frente a telona.
Inscreva seu filme, participe das oficinas, assista às sessões, comente com
o povo da montanha...
Abraços a todos,
Diniz para o site da FEMERJ
http://www.9dproducoes.com.br
Volta do site Segurança em Montanha

Montanhistas,
Fico muito satisfeito de anunciar a volta ao ar, ainda que parcial, do site segurança em Montanha. Como algumas pessoas acompanharam, o site original, iniciativa pioneira no Brasil do montanhistas cariocas Pedro Lacaz Amaral e Marcus "Kiko" Araújo, com apoio da Deuter e da Geosfera, foi doado para a CBME por volta de 2006, porém até o momento não havia aparecido nenhum voluntário para coordenar e executar o trabalho de adaptação e recolocação do site no cyberespaço.
Entretanto, graças à colaboração do montanhista Alex Hubner de São Paulo, que está desenvolvendo o site da CBME, ficou pronta a nova versão do Formulário de Relato de acidente/incidente, que estamos novamente disponibilizando para a comunidade em: http://www.cbme.org.br/relato
Os relatórios postados nesse formulário serão analisados por um grupo de montanhistas da Confederação (inicialmente penso que eu, Bernardo, Maurício de Sousa e o próprio Alex) e farão parte de um banco de dados que em breve também poderá ser disponibilizado para consulta pública na Internet. Uma vez que esse banco de dados passe a ser alimentado com dados das ocorrências de acidentes e incidentes em
montanha em todo o país, pretendemos emitir relatórios mais sofisticados, com estatísticas e indicadores de tendências (de forma análoga ao site original), com certeza uma ferramenta fundamental para a correta avaliação dos riscos em nossa atividade.
Solicitamos enfaticamente que todos os montanhistas do Brasil utilizem essa ferramenta, incluindo relatos de problemas ocorridos nas atividades de caminhada e escalada em montanhas e paredões rochosos no país, não se limitando apenas aos acidentes de fato, mas incluindo também aos "quase acidentes" ou incidentes em que uma situação de risco pode ser identificada e controlada antes de resultar num problema maior.
Silverio Nery
silverio@webcable.com.br
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